Desde pequena sempre gostei muito do Hino da Independência, não entendo até hoje porque não o cantam nas escolas. Que sentido faz cantar só o Hino Nacional Brasileiro? Afinal, sem a independência ele nem existiria.
Se todos ouvissem o Hino da Independência, saberiam, por exemplo, que não precisamos mais de “temor servil”, que não podemos estar nem sob o domínio português e nem de qualquer outra pessoa. Hoje, talvez por não termos muito contato com a letra de Evaristo da Veiga, somos inertes, acamodados, não sabemos que somos 'brava gente´..." que não precisamos (nem podemos) ficar submetidos a verdades distorcidas, opiniões fracas. Já fomos libertados dos “grilhões que (o) ardil astuto da perfídia nos forjava” (na ordem direta).
Tenho pra mim que Evaristo da Veiga ficaria um pouco decepcionado com muita gente se ele pudesse contemplar o hoje. A indiferença pelos Direitos Humanos, pela paz, pela conservação do meio ambiente, pela justiça é quase palpável nos dias atuais. Há quem diga que não toma nenhuma atitude porque uma no meio da multidão é nada.
Ao invés de ficar parado, esperando que alguma coisa seja feita, nós precisamos ter atitude, somos “brava gente”, temos “braço forte”. Se tiver alguma coisa errada temos que levantar a vóz e se não for atendido o nosso pedido: Morramos pelo Brasil!
Escrito pela Paulini Scardua Sabbagh
Postado pelo Sandro Sell







